Em 2013, o Universo Estendido da DC ( DCEU ) nos cinemas teve seu pontapé com o divisor de águas “ O Homem de Aço ” ( MoS ), nos trazend...

Mulher-Maravilha | A real expectativa para o filme


Em 2013, o Universo Estendido da DC (DCEU) nos cinemas teve seu pontapé com o divisor de águas “O Homem de Aço” (MoS), nos trazendo uma nova visão do Superman, vivido pelo britânico Henry Cavill e dirigido por Zack Snyder, o homem por trás de quase todo esse universo. Três anos depois, o mesmo diretor nos trouxe o possível filme de super-heróis mais controverso da história, o tão amado/odiado, “Batman v Superman: A Origem da Justiça” (BvS). Ao mesmo tempo em que o filme foi dilacerado pela crítica especializada, conseguiu reunir uma legião de fãs que defendem o filme com garras e presas. Mesmo com todos os defeitos apontados à BvS, o filme trouxe coisas bastante interessantes ao DCEU e uma delas é quase unânime: a Mulher-Maravilha da Gal Gadot, que ganhará, em breve, seu filme solo, e com ele, uma carga de responsabilidade para com o público, gerando uma grande onda de expectativas sérias e reais.


Vendo pelo lado “super-herói” da coisa, o longa pode ser a salvação para os fãs da DC depois da recepção “complicada” de BvS e principalmente depois da decepção (acho que posso falar assim) do premiado - porém não muito querido – “Esquadrão Suicida” (SS, 2016), e até para os que não se acostumaram – ou simplesmente não gostaram – da visão “Snydernista” do universo cinematográfico da DC. O filme pode ser a solução para a crítica largar do pé da DC e da Warner, abraçando mais ao seu universo.






Passeando pelo lado cinematográfico, o gênero de filmes de super-heróis está crescendo mais a cada ano que passa, mas sempre se fala dele como algo passageiro, fadado ao esquecimento em alguns anos e que sempre tratam dos mesmos assuntos, faltando toques de originalidade, não importando qual filme seja. O filme da Mulher-Maravilha vem aí para mostrar um lado mais sério, indo além do gênero e entrando em um importante lado social.
Podemos afirmar que hoje estamos vivendo a era da diversidade e o feminismo é um assunto chave dessa era. O filme da Mulher-Maravilha nos trás o primeiro longa de uma super-heroína, heroína esta a primeira da história das HQs, e a primeira diretora a comandar um filme do gênero, a norte-americana Patty Jenkins (“Monster”, 2003). O longa, apesar de ser um filme de época, vem expor, aos olhos dos expectadores, a relevância da mulher na história de um modo geral. A visão feminina da liberdade, do direito de escolher e de impor; ajudará a deixar claro, desde sempre, o poder, a força e a justa importância da mulher na história da sociedade.



“Antes de ser a Mulher Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada em uma ilha paradisíaca afastada até que um piloto americano que sobreviveu à queda de um avião vai parar na costa e conta sobre um grande conflito no mundo externo, Diana sai de casa, convencida de que pode interromper a ameaça. Lutando ao lado dos homens na guerra das guerras, Diana vai descobrir seus poderes e seu verdadeiro destino.”

Mulher-Maravilha” estreia no Brasil em 1º de junho de 2017 com Gal Gadot no papel principal, Connie Nielsen como Rainha Hipólita e Chris Pine como Steve Trevor.

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